Família e sucessões
Divórcio, inventário e o que ninguém quer discutir antes.
São as decisões que a família adia porque doem, e que ficam mais caras exatamente por causa do adiamento. Quando chegam ao escritório, quase sempre já existe um prazo correndo ou um bem parado.
Fale com o escritórioO problema
Quando o assunto aparece, costuma ser assim.
01
O divórcio esbarra na empresa
Quotas de sociedade, faturamento e patrimônio misturado transformam a partilha em discussão societária, não só familiar.
02
O inventário está parado
Um herdeiro não assina, outro não aparece, e o imóvel fica sem poder ser vendido, alugado com segurança ou financiado.
03
A guarda e os alimentos precisam ser definidos
Convivência, decisões sobre a criança e valor de contribuição, com a rotina de duas casas já em curso.
04
A empresa familiar não tem sucessão pensada
Se algo acontece com quem administra, a sociedade e a família passam a discutir ao mesmo tempo.
Como atuamos
Como o escritório atua
01
Diagnóstico e escolha da via
Avaliação do que pode ser resolvido em cartório, por acordo, e do que precisa de processo judicial, com o custo de tempo de cada caminho.
02
Divórcio e dissolução de união estável
Partilha de bens, definição de guarda e convivência, alimentos, e tratamento do patrimônio empresarial quando ele existe.
03
Inventário e partilha
Inventário extrajudicial quando os requisitos estão presentes, e judicial quando há menor, incapaz, testamento ou desacordo entre herdeiros.
04
Planejamento sucessório
Testamento, doação com reserva de usufruto, pacto antenupcial e organização da sucessão em empresa familiar, feitos antes do conflito.
Quem conduz

Escopo
O que costuma compor o trabalho.
- Reunião reservada de diagnóstico
- Escolha entre via extrajudicial e judicial, com o motivo explicado
- Petição, acordo ou escritura, conforme o caminho
- Acompanhamento do processo até a decisão
- Orientação sobre documentos e certidões necessários
Cada caso tem exigências próprias, e o serviço é estruturado a partir delas. A relação acima descreve o que costuma compor o trabalho nesta área. O escopo definitivo é estabelecido no diagnóstico, conforme a necessidade do cliente, e formalizado por escrito antes da contratação.
Atenção
O que costuma dar errado
Em família e sucessões, o custo do adiamento é quase sempre maior que o custo da decisão. Os casos abaixo se repetem.
01
Deixar o inventário para depois
Além do imóvel travado, existe prazo. O Código de Processo Civil fixa dois meses da abertura da sucessão para instaurar o inventário, e a legislação estadual costuma prever multa sobre o imposto de transmissão pelo atraso.
02
Partilhar quota de empresa sem olhar o contrato social
O contrato pode restringir o ingresso de terceiro na sociedade. Partilhar a quota sem tratar disso cria um herdeiro que tem direito ao valor mas não consegue entrar na empresa.
03
Acordo verbal de alimentos
O valor combinado e pago por transferência não tem título executivo. Quando o pagamento cessa, não há o que executar sem antes discutir tudo de novo.
04
Escolher o regime de bens sem entender o efeito
O regime define o que se comunica e o que não se comunica, e o pacto antenupcial é o momento próprio para tratar disso. Depois de casado, mudar de regime exige autorização judicial.
05
Doar tudo em vida sem reserva
A doação que ultrapassa a parte disponível invade a legítima dos herdeiros necessários e pode ser reduzida. E doar sem reserva de usufruto retira do doador o controle sobre o próprio bem.
Perguntas frequentes
As dúvidas que mais chegam.
Dá para fazer inventário em cartório?
Qual o prazo para abrir o inventário?
Preciso de advogado para o inventário?
Como funciona o divórcio quando existe empresa?
Guarda compartilhada significa dividir o tempo pela metade?
Alimentos podem ser revistos?
O que é planejamento sucessório?
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