Previdenciário
O INSS negou. Isso não é o fim do pedido.
A carta de indeferimento costuma trazer uma frase curta que não explica quase nada. O motivo real está no processo administrativo, e é ele que define se cabe recurso ou se o pedido precisa ser refeito.
Fale com o escritórioO problema
Quando o assunto aparece, costuma ser assim.
01
O BPC foi negado por renda
O cálculo de renda familiar por pessoa considerou quem não deveria contar, ou desconsiderou despesa que a lei permite abater.
02
A perícia não reconheceu a limitação
O laudo do perito descreve uma capacidade que não corresponde à rotina real de quem foi avaliado.
03
O tempo especial não foi computado
Falta o PPP, ou a empresa fechou e não há quem emita o documento que comprova a exposição.
04
O benefício foi concedido em valor menor
Períodos não considerados ou salários de contribuição registrados a menor reduzem a renda mensal inicial.
Como atuamos
Como o escritório atua
01
Leitura do indeferimento e do CNIS
Identificação do motivo real da negativa no processo administrativo e conferência do extrato de vínculos e contribuições.
02
Recurso administrativo
Recurso ao Conselho de Recursos da Previdência Social quando a via administrativa ainda comporta discussão, o que costuma ser mais rápido que o processo judicial.
03
Ação judicial
Ação quando a via administrativa se esgota ou quando a matéria exige prova que o INSS não aceita, com perícia judicial e prova testemunhal.
04
Reconstituição de prova de tempo especial
Busca de documento em sucessora, em sindicato e em arquivo público quando a empresa encerrou atividades e o PPP não pode ser emitido.
Escopo
O que costuma compor o trabalho.
- Análise do indeferimento e do extrato do CNIS
- Levantamento dos documentos que faltam
- Recurso administrativo ou ação judicial, conforme o caso
- Acompanhamento da perícia
- Explicação do cálculo que fundamenta o pedido
Cada caso tem exigências próprias, e o serviço é estruturado a partir delas. A relação acima descreve o que costuma compor o trabalho nesta área. O escopo definitivo é estabelecido no diagnóstico, conforme a necessidade do cliente, e formalizado por escrito antes da contratação.
Atenção
O que costuma dar errado
A negativa do INSS costuma ser tratada como ponto final, e quase sempre não é. Os casos abaixo se repetem.
01
Refazer o pedido em vez de recorrer
Novo requerimento reinicia a fila e, quando concedido, costuma fixar a data de início do benefício na nova entrada. Recorrer do indeferimento preserva a data original, que é o que define o retroativo.
02
Ir à perícia sem levar documento
O perito avalia o que vê e o que lhe é apresentado. Exame, laudo e relatório do médico assistente organizados fazem diferença numa avaliação que dura poucos minutos.
03
Achar que sem PPP não há tempo especial
O PPP é a prova usual, não a única. Laudo técnico de condições ambientais, documento de sucessora, prova emprestada e registro em arquivo público podem sustentar o reconhecimento.
04
Aceitar o valor concedido sem conferir
Benefício concedido também pode estar errado. Período não computado e salário de contribuição registrado a menor reduzem a renda mensal inicial, e a revisão tem prazo.
05
Perder o prazo do recurso administrativo
O recurso ao Conselho de Recursos da Previdência Social tem prazo contado da ciência da decisão. Passado o prazo, resta a via judicial, que é mais longa.
Perguntas frequentes
As dúvidas que mais chegam.
BPC LOAS negado, o que fazer?
Como recorrer do BPC negado?
BPC negado por receber Bolsa Família, é correto?
Qual é o limite de renda para o BPC?
O que é tempo especial?
A empresa fechou e não emite o PPP. E agora?
Preciso pedir na via administrativa antes de entrar na Justiça?
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